sábado, 9 de abril de 2011
Sidney Lumet (1924-2011)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Bolo Mentiroso
Ingredientes:
Para o bolo:
- 200 gr de açúcar
- 200 gr de farinha
- 70 gr de manteiga
- 2 colheres de sopa de leite
- 1 colher de sobremesa de fermento em pó
- 4 ovos grandes
- 2 chávenas de açúcar
- 2 chávenas de água
- 2 colheres de sopa de cacau
Modo de preparação:
Bolo:
Bate-se muito bem as gemas com o açúcar e a manteiga.
Junta-se o leite, a farinha, misturada com o fermento, e por fim as claras em castelo bem firme.
Vai ao forno em forma untada com margarina e polvilhada de farinha.
Lume médio.
Depois de cozido, pica-se com um garfo e rega-se com a seguinte calda:
Calda:
Junta-se todos os ingredientes e leva-se ao lume até ter a consistência de calda.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Os Três Idiotas
A minha ambição é ser realizador de cinema, em Portugal. Com este programa senti-me ofendido, mas também senti pena destes três palhaços (Pedro Mexia ainda se safa pelas boas referências que tem). Nuno Artur Silva é intelectual? Pelo que diz mais parece um mentecapto (aquele seu top 3 é das coisas mais estúpidas que ouvi). Fazer bom humor é difícil. Gozar é muito fácil, mas nem sempre resulta.
Canção de Lisboa é o equivalente a teatro de revista. É ridículo ser "Culturista" e fazer apologia ao mau gosto. Sou um grande defensor do argumento: "cada um tem o seu gosto", mas este não é para aqui chamado. João César Monteiro e Manoel de Oliveira merecem todo o respeito e estima.
Com momentos destes sinto-me mais maduro do que muita gente, com estatuto.
Palmas para João Botelho, para além de ser um dos grandes realizadores portugueses é um ídolo. Calou-os com grande nível. Um senhor.
Canção de Lisboa é o equivalente a teatro de revista. É ridículo ser "Culturista" e fazer apologia ao mau gosto. Sou um grande defensor do argumento: "cada um tem o seu gosto", mas este não é para aqui chamado. João César Monteiro e Manoel de Oliveira merecem todo o respeito e estima.
Com momentos destes sinto-me mais maduro do que muita gente, com estatuto.
Palmas para João Botelho, para além de ser um dos grandes realizadores portugueses é um ídolo. Calou-os com grande nível. Um senhor.
Peço desculpa pela violência das palavras e por qualquer sintoma de arrogância.
Pedro Ramalhete
A bobagem de Marcelo Camelo está de regresso
Do novo álbum Toque Dela, a canção chama-se Ô ô.
Sim, Ô ô. Belo nome - Marcelo Camelo força a barra. Diz-se já por aí que o disco é um saco, uma bobagem.
A minha expectativa é de que Marcelo Camelo continue mais preocupado em ouvir a obra abraçadinho à sua Mallu que a espreitar os comentários às músicas no YouTube.
Tudo que eu fizer vai ser pra ver aos olhos dela
Pois...
Marcelo Camelo é um Senhor e terá a minha compreensão mais uma vez. É desonesto confessar isto sem ter feito uma única audição ao disco? É. Por isso não haverá nota, análise e essas coisas no fim de ouvir.
Sim, Ô ô. Belo nome - Marcelo Camelo força a barra. Diz-se já por aí que o disco é um saco, uma bobagem.
A minha expectativa é de que Marcelo Camelo continue mais preocupado em ouvir a obra abraçadinho à sua Mallu que a espreitar os comentários às músicas no YouTube.
Tudo que eu fizer vai ser pra ver aos olhos dela
Pois...
Marcelo Camelo é um Senhor e terá a minha compreensão mais uma vez. É desonesto confessar isto sem ter feito uma única audição ao disco? É. Por isso não haverá nota, análise e essas coisas no fim de ouvir.
António Vieira
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Top 10: Mulheres na música
Os Senhores da Rádio tiveram a brilhante de ideia de criar mais uma rubrica: Top 10. Quando nos der na cabeça iremos fazer listas do que nos apetecer. A função de inaugurar este segmento coube-me a mim (Pedro Ramalhete). Vamos ver como corre.
10 - Erika Forster (Au Revoir Simone)
A música das Au Revoir Simone não me encanta, particularmente, mas a fragilidade que estas nova-iorquinas transpiram é contagiante. Fundir o universo pop da música americana com a beleza ímpar da, já há muito esquecida, Briggitte Bardot funciona de forma impressionante. Este projecto, apadrinhado por David Lynch (senhor), é um passar de testemunho. Uma geração de ideais inspiradores transforma-se numa geração mais pirosa e menos versátil (este "piroso" não é mau). Podia ter escolhido qualquer uma delas, mas Erika Forster é a mais bonita. É tão simples quanto isto.
9 - Cláudia Guerreiro (Linda Martini)
O meu fascínio pelos Linda Martini já se torna enjoativo, eu sei. Vos garanto que não é obsessão. A escolha de Cláudia Guerreiro vem na linha desta admiração que tenho pela sua banda, na minha opinião a melhor banda portuguesa da actualidade. Meus amigos, o baixo desta senhora rebenta com qualquer outro em Portugal.
8 - Anna Calvi
Em palco tem uma voz pujante, fora dele uma voz doce. Falo como se a conhecesse, a verdade é que depois de ouvir o CD, homónimo, não faço outra coisa senão estar no youtube a ver vídeos dela. A grande revelação de 2011. Queremos mais, muito mais.
7 - Regina Spektor
A Regina Spektor veio do frio, da antiga URSS, para aquecer os nossos corações (admito risos, este cliché é hediondo). Se Us e Samson emocionaram muita gente (vá, emocionaram-me) não foi só pela letra. A bipolaridade, tanto frenética como delicada, de Spektor empolga qualquer ouvinte. Recomendo Soviet Kitsch, o álbum com mais coração.
6 . Charlotte Gainsbourg
O papá era um génio. Quem não se lembra de Serge? O seu talento para o engate (Briggite Bardot, Jane Birkin) e a sua música correram meio mundo, assim como as imagens de Charlotte a fornicar, no filme Antichrist (brilhante obra de Lars Von Tier). O talento de Charlotte para a música não ficou a dever nada às suas performances como actriz. A delicadeza desta menina valeu-lhe o sexto lugar.
5 - Beth Gibbons (Portishead)
Quem gosta de mulheres gosta de Beth Gibbons, não pela aparência mas pela sua alma ao cantar. Dizem que a Janis Joplin era a diva, a voz, e eu concordo, mas Beth Gibbons é mais que isso. É o anjo da guarda da música sublime. Se eu morresse a ouvir o Dummy morreria tranquilo. Beth Gibbons, este Verão estarei no Meco a cantar contigo a Roads.
4 - Meg White (The White Stripes)
Baterista de uma das melhores bandas de sempre. Irreverente e dominadora de todo um género musical, que, sinceramente, não sei qual é (essa é a beleza da banda de Jack e Meg).
3- Zooey Deschanel (She and Him)
Estou-me a lixar para a música dos She and Him, é fraquinha. Zooey Deschanel conquista todos com os seus, divinais, olhos azuis, fazendo com que a música da sua banda seja, minimamente, aceitável. O momento da verdade foi quando cantou The Smiths, em (500) Days of Summer.
2 - Debbie Harry (Blondie)
Cresci a ouvir The Clash, The Stranglers, Gang of Four e Blondie. É por isso que sou muito alto (1.90 m). Estas referências acompanharam-me a vida inteira (parecem memórias de um velho), mas a que guardei com mais carinho foi a pujança discreta de Debbie Harry a liderar os Blondie. Neste momento, não dou nem um cêntimo para os ir ver ao Alive!. Venderam-se e pactuaram com aquilo que nunca foram. Prefiro guardar, na memória, os tempos de Heart of Glass e Call Me.
1 - Cat Power
10 - Erika Forster (Au Revoir Simone)
A música das Au Revoir Simone não me encanta, particularmente, mas a fragilidade que estas nova-iorquinas transpiram é contagiante. Fundir o universo pop da música americana com a beleza ímpar da, já há muito esquecida, Briggitte Bardot funciona de forma impressionante. Este projecto, apadrinhado por David Lynch (senhor), é um passar de testemunho. Uma geração de ideais inspiradores transforma-se numa geração mais pirosa e menos versátil (este "piroso" não é mau). Podia ter escolhido qualquer uma delas, mas Erika Forster é a mais bonita. É tão simples quanto isto.
9 - Cláudia Guerreiro (Linda Martini)
O meu fascínio pelos Linda Martini já se torna enjoativo, eu sei. Vos garanto que não é obsessão. A escolha de Cláudia Guerreiro vem na linha desta admiração que tenho pela sua banda, na minha opinião a melhor banda portuguesa da actualidade. Meus amigos, o baixo desta senhora rebenta com qualquer outro em Portugal.
8 - Anna Calvi
Em palco tem uma voz pujante, fora dele uma voz doce. Falo como se a conhecesse, a verdade é que depois de ouvir o CD, homónimo, não faço outra coisa senão estar no youtube a ver vídeos dela. A grande revelação de 2011. Queremos mais, muito mais.
7 - Regina Spektor
A Regina Spektor veio do frio, da antiga URSS, para aquecer os nossos corações (admito risos, este cliché é hediondo). Se Us e Samson emocionaram muita gente (vá, emocionaram-me) não foi só pela letra. A bipolaridade, tanto frenética como delicada, de Spektor empolga qualquer ouvinte. Recomendo Soviet Kitsch, o álbum com mais coração.
6 . Charlotte Gainsbourg
O papá era um génio. Quem não se lembra de Serge? O seu talento para o engate (Briggite Bardot, Jane Birkin) e a sua música correram meio mundo, assim como as imagens de Charlotte a fornicar, no filme Antichrist (brilhante obra de Lars Von Tier). O talento de Charlotte para a música não ficou a dever nada às suas performances como actriz. A delicadeza desta menina valeu-lhe o sexto lugar.
5 - Beth Gibbons (Portishead)
Quem gosta de mulheres gosta de Beth Gibbons, não pela aparência mas pela sua alma ao cantar. Dizem que a Janis Joplin era a diva, a voz, e eu concordo, mas Beth Gibbons é mais que isso. É o anjo da guarda da música sublime. Se eu morresse a ouvir o Dummy morreria tranquilo. Beth Gibbons, este Verão estarei no Meco a cantar contigo a Roads.
4 - Meg White (The White Stripes)
Baterista de uma das melhores bandas de sempre. Irreverente e dominadora de todo um género musical, que, sinceramente, não sei qual é (essa é a beleza da banda de Jack e Meg).
3- Zooey Deschanel (She and Him)
Estou-me a lixar para a música dos She and Him, é fraquinha. Zooey Deschanel conquista todos com os seus, divinais, olhos azuis, fazendo com que a música da sua banda seja, minimamente, aceitável. O momento da verdade foi quando cantou The Smiths, em (500) Days of Summer.
2 - Debbie Harry (Blondie)
Cresci a ouvir The Clash, The Stranglers, Gang of Four e Blondie. É por isso que sou muito alto (1.90 m). Estas referências acompanharam-me a vida inteira (parecem memórias de um velho), mas a que guardei com mais carinho foi a pujança discreta de Debbie Harry a liderar os Blondie. Neste momento, não dou nem um cêntimo para os ir ver ao Alive!. Venderam-se e pactuaram com aquilo que nunca foram. Prefiro guardar, na memória, os tempos de Heart of Glass e Call Me.
1 - Cat Power
Não há nenhuma mulher como a Cat Power. É preciso dizer mais alguma coisa? Olhem para a foto e oiçam as músicas.
Pedro Ramalhete
terça-feira, 5 de abril de 2011
Senhores da Rádio - Estreia
Os Senhores não terão capacidades para tanta actualização daquele nível. A queda virá. Perderão gás numa semana, nem tanto.
A actividade neste blogue retomará a normalidade quando a normalidade regressar ao lar dos Senhores (se a falta de inspiração for a normalidade não saberemos resolver o problema).
Para compensar o ritmo brando temos só (só!) a estreia do programa Senhores da Rádio, hoje pelas 22 horas na ESCS FM.
Oferta de emprego
Procuram-se electricistas profissionais, na zona da grande Lisboa, para trabalhos com Luz e afins.

P.S- Dá-se primazia a candidatos que não tenham por hábito "meter água" no exercício das suas funções.
André Santos
sábado, 2 de abril de 2011
Ronronar
Uma gata britânica prepara-se para entrar no Guinness World Records devido ao elevado som que produz quando acariciada. Neste caso trata-se de decibéis, porque o ronronar mais longo é português. Está registado no livro dos recordes e pertence ao Sporting. "Muito antes do Benfica lá estar!"
António Vieira
Dá-lhes, B!
3 de Abril, Teatro Maria Matos
É Pra Meninos
António Vieira e Pedro Ramalhete prometem um Senhor post, sobre o concerto deste grande Senhor.
"Senhores da Rádio" não é o melhor blogue criado por alunos de Jornalismo da ESCS
Muito se diz no dia das mentiras.
Subscrever:
Mensagens (Atom)












