António Vieira
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Até o genérico é uma grande influência
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Ainda se encontra algo no meio do vazio...
Seguro defende abstenção na votação do Orçamento
Diogo Nunes
Desacreditar um Acessório
Porque é que este está certo...
... e este errado?É só um bigode.
Se a Suástica tivesse sido envergada por um individuo de raça negra (preto), usar carapinha era repugnante.
Pedro Ramalhete
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Embaraço
Como habitualmente faço (e discuta-se a minha saloiice noutra ocasião) quando quero facilitar o virar de página, submeti o meu dedo indicador ao contacto com as minhas papilas gustativas com intenção de humedecê-lo. Acontece que o movimento foi mais lento do que é costume. A página era esta. A minha mãe estava a olhar.
António Vieira
Conclua o leitor que eu não tenho coragem II
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Conclua o leitor que eu não tenho coragem
Os meus posts longos são rejeitados de imediato.
Os de tamanho médio nunca são mais que medianos.
Os curtos não recolhem entusiasmo.
Os de tamanho médio nunca são mais que medianos.
Os curtos não recolhem entusiasmo.
António Vieira
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Há livros que vêm na altura certa. Aconselhados pela pessoa certa
Ao ler o diário de Cesare Pavese, O Ofício de Viver, a minha vida melhora. Identifico-me com aquelas características psicológicas, com a impiedade do retrato. Na passada sexta-feira no Ípsilon o jornalista Gonçalo Frota escreveu acerca das canções dos Smiths: "Se a vida não melhora depois de ouvir canções desta safra, então é porque a música pop não serve para nada." É uma das minhas bandas preferidas. É a banda preferida de Pedro Mexia. A leitura dos seus blogues permite perceber que as canções de Morrissey e Marr foram decisivas em alguns momentos da sua vida. Também alguns posts desses blogues foram muitos importantes para mim. Enfim, toparam a teia?
António Vieira
Cesare Pavese
Incapaz, tímido, preguiçoso, inseguro, fraco, meio louco, nunca, nunca serei capaz de encontrar uma posição estável naquilo a que se chama ter êxito na vida. Nunca, nunca.
António Vieira
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